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03 março, 2013

Tatuagens que vou fazer


Bom, sempre tive vontade de fazer tatuagens, mas não tinha certeza absoluta que que tatoagens fazer, e minha mãe devido a minha idade nunca me deixou fazer, e como sou uma boa filha (sqn) e pretendo acatar as ordens dela se quiser permanecer lá, resolvi ouvi-la pelo menos uma vez. 

Depois de um bom tempo (2 anos) cheguei a uma conclusão permanente de que tatuagens pretendo fazer, haja visto de que não é uma coisa que se faz e tira a hora que tiver vontade, é uma decisão permanente. Além disso, ao meu ver tatuagens devem ter significado para quem à faz, portanto, todas as minhas tem significado, então vou apresenta-las aqui e dizer seu significado.

A primeira que vou fazer, é a Clave de Fá no pescoço, (vou fazer no dia do meu aniversário) para mim, essa clave simboliza a música que esta presente em minha vida antes mesmo de nascer (segundo minha mae, desce bebe, ela me dava instrumentos de brinquedo e qualquer coisa que fizesse som). A musica para mim, tem um significado indescritível, é realmente um sentimento muito forte que tenho por ela (a ponto de chorar ouvindo Agnus Day), enfim, por isso pretendo representa-la de forma significativa em meu corpo.


O símbolo de Saturno, que é o planeta de onde eu venho. (ponto final!) sem mais explicações.

 Já que eu mostrei à voces o simbolo de saturno, aí estão os simbolos dos outros planetas, da lua e do sol:


 E por ultimo (por enquanto) e não menos importante, o Coração da Garota Vodoo, do Livro de Tim Burton- Triste fim do menino ostra e outras histórias.

05 fevereiro, 2013

Buracos de minhoca

Na física, buraco de minhoca é uma característica topológica hipotética do continuum espaço-tempo, a qual é, em essência, um “atalho” através do espaço e do tempo. Um buraco de verme possui ao menos duas “bocas” conectadas a uma única “garganta” ou “tubo”. Se o buraco de verme é transponível, a matéria pode “viajar” de uma boca para outra passando através da garganta. Embora não exista evidência direta da existência de buracos de verme, um contínuum espaço-temporal contendo tais entidades costuma ser considerado válido pela relatividade geral.
O termo buraco de verme (wormhole em inglês) foi criado pelo físico teórico estadunidense John Wheeler em 1957. Todavia, a ideia dos buracos de verme já havia sido inventada em 1921 pelo matemático alemão Hermann Weyl em conexão com sua análise da massa em termos da energia do campo eletromagnético.
“Esta análise força a se considerar situações em que há um fluxo de rede de linhas de força através do que os topologistas poderiam chamar de alça ou espaço multiplamente conectado e que os físicos poderiam ser desculpados por denominar mais vividamente de ‘buraco de verme’.” – John Wheeler em Annals of Physics
O nome “buraco de verme” vem de uma analogia usada para explicar o fenômeno. Da mesma forma que um verme que perambula pela casca de uma maçã poderia pegar um atalho para o lado oposto da casca da fruta abrindo caminho através do miolo, em vez de mover-se por toda a superfície até lá, um viajante que passasse por um buraco de verme pegaria um atalho para o lado oposto do universo através de um túnel topologicamente incomum.
Definição
A noção básica de um buraco de verme intra-universo é a de que é uma região compacta do continuum espaço-tempo cuja fronteira é topologicamente trivial mas cujo interior não está simplesmente conectado. Formalizar esta idéia leva a definições tais como a seguinte, extraída de Lorentzian Wormholes de Matt Visser:
“Se um espaço-tempo lorentziano contém uma região compacta Ω, e se a topologia de Ω está na forma Ω ~ R x Σ, onde Σ é um conduto triplo de topologia incomum, cuja fronteira possui topologia na forma dΣ ~ S2, e se ademais, as hipersuperfícies Σ são todas espaço-similares, então a região Ω contém um buraco de verme intra-universo quase permanente.”
Caracterizar buracos de vermes entre universos é mais complicado. Por exemplo, alguém poderia imaginar um universo “bebê” conectado ao seu “progenitor” por um “cordão umbilical”. O “cordão” poderia ser também encarado como a garganta do buraco de verme, mas o espaço-tempo está simplesmente conectado.
Tipos de Buracos de Verme
Buracos de verme intra-universos conectam um local em um universo a outro local do mesmo universo (no mesmo tempo presente ou não presente). Um buraco de verme deverá ser capaz de conectar locais distantes no universo criando um atalho através do espaço-tempo, permitindo viajar entre eles mais rápido do que a luz levaria para transitar pelo espaço normal (ver a imagem acima). Buracos de verme inter-universos conectam um universo a outro. Isto dá margem à especulação de que tais buracos de verme poderiam ser usados para viajar de um universo paralelo para outro. Um buraco de verme que conecta universos (geralmente fechados) é frequentemente denominado como wormhole de Schwarzschild. Outra aplicação de um buraco de verme poderia ser a viagem no tempo. Neste caso, é um atalho de um ponto no espaço-tempo para outro.
Na teoria das cordas, o buraco de verme tem sido visto como uma conexão entre duas D-branas, onde as bocas estão ligadas às branas e são conectadas por um tubo de fluxo. Finalmente, acredita-se que buracos de verme sejam parte da espuma quântica. Existem dois tipos principais de buracos de verme: buracos de verme lorentzianos e buracos de verme euclidianos. Os buracos de verme lorentzianos são estudados primordialmente na relatividade geral e gravitação semiclássica, enquanto os buracos de verme euclidianos são estudados em física de partículas. Buracos de verme transponíveis são um tipo especial de buraco de verme lorentziano que permitiriam que uma pessoa viajasse de um lado do buraco de verme ao outro. Serguei Krasnikov sugeriu a expressão atalho de espaço-tempo (spacetime shortcut) como uma descrição mais geral de buracos de verme (transponíveis) e sistemas de propulsão como a métrica de Alcubierre e o tubo de Krasnikov para indicar viagens interestelares mais rápidas que a luz.
Base Teórica
Sabe-se que buracos de verme (lorentzianos) não são excluídos do arcabouço da relatividade geral, mas a plausabilidade física destas soluções é incerta. Também não se sabe se uma teoria de gravitação quântica, que juntasse a relatividade geral com a mecânica quântica, ainda permitiria a existência deles. A maioria das soluções conhecidas da relatividade geral que permitiriam buracos de verme transponíveis exigem a existência de matéria exótica, uma substância teórica que possui densidade de energia negativa. Todavia, não foi matematicamente provado que isto é um requisito absoluto para buracos de verme transponíveis, nem foi estabelecido que a matéria exótica não possa existir.
Entrando num Buraco de Verme
Mesmo se alguém encontrasse um buraco de verme e viajasse através dele, os cientistas não têm certeza sobre como isso afetaria o indivíduo. Alguns acreditam que um buraco de verme não se manteria estável por tempo suficiente para permitir a travessia. E existem teorias que sugerem que mesmo que ele permaneça estável, o viajante seria alterado de formas indeterminadas e poderia experimentar danos ao coração ou cérebro, e possivelmente até a morte.

Buracos de Verme de Schwarzschild

Buracos de verme lorentzianos, conhecidos como buracos de verme de Schwarzschild ou pontes de Einstein-Rosen são pontes entre áreas do espaço que podem ser modeladas como soluções de vácuo para as equações de campo de Einstein ao combinar os modelos de um buraco negro e um buraco branco. Esta solução foi descoberta por Albert Einstein e seu colega Nathan Rosen, os quais publicaram o resultado em 1935. Todavia, em 1962 John A. Wheeler e Robert W. Fuller publicaram um paper demonstrando que este tipo de buraco de verme é instável, e que ele colapsará instantaneamente tão logo se forme, impedindo que mesmo a luz consiga atravessá-lo.
Antes que os problemas de estabilidade dos buracos de verme de Schwarzschild se tornassem aparentes, foi proposto que quasares eram buracos brancos, constituindo o fim de buracos de verme deste tipo.
Embora buracos de verme de Schwarzschild não sejam transponíveis, sua existência inspirou Kip Thorne a imaginar buracos de verme transponíveis criados mantendo-se aberta a “garganta” de um buraco de verme de Schwarzschild com matéria exótica (matéria que possui massa/energia negativa).





Fontes:
http://arxiv.org/abs/gr-qc/0009072
http://en.wikipedia.org/wiki/Wormhole
http://www.portaldoastronomo.org/tema61.php
http://adsabs.harvard.edu/abs/1988PhRvL..61.1446M
Retirado do blog: http://universoracionalista.wordpress.com

16 janeiro, 2013

Livros, livros e livros.


Hoje eu encomendei mais 10 livros pelo submarino (estão ganhando uma nota preta comigo, tenho dito). E após fazer a leitura de cada um deles, prometo fazer uma 'sinopse' sobre eles.
Ai vai a lista de livros na ordem que pretendo ler:


Espero que voces tenham gostado dos livros *-*  Estou terminado de ler uma coleção e não vejo a hora de começar a ler os novos.

  • Como Esquecer
  • Você Está Aqui - Uma História Portátil do Universo
  • A Magia Da Realidade 1ª Ed.
  • Bad Cat
  • 1001 INVENCOES QUE MUDARAM O MUNDO
  • Livro Completo de Edgar Allan Poe
  • Rumo aos Anéis de Saturno
  • Vinte Mil Léguas Submarinas
  • Rock And Roll - Uma História Social
  • Coleção Neil Gaiman

08 janeiro, 2013

8/janeiro: Parabéns aos aniversáriantes

Aos aniversariantes que tem muito em comum, David Bowie, Elvis Presley e EU! Um ingles um americano e  uma brasileira. Tres musicos paixonados pelo que fazem/ faziam. Toda felicidade do mundo para nós.

01 janeiro, 2013

Ano novo: Adeus ano velho!



Para quem sobreviveu ao 'fim do mundo', aí vem ele: 2013!
O ano de 2012 não foi o melhor da minha vida, coisas boas e ruins aconteceram. Como por exemplo, o termino do meu namoro, minha mãe se separar do meu padrasto, eu me mudar, meu pai voltar com minha mae, enfim..

Como sempre, esperamos que este seja melhor que o anterior, que nossos amigos caiam na mesma sala que nós, que algo incrivelmente (impossível) aconteça e nos faça mudar para melhor. Que  o ano passe rápido, para quando chegarmos ao final dele possamos dizer 'Nossa como esse ano passou rápido!', ou simplesmente 'Esse foi mais um ano da minha vida desperdiçado'.
O importante é que aqui estamos, e somos nós que decidimos como o ano vai ser, então, não desperdice nem mais um dia!
E como é de costume no começo de ano, vou falar quais são minhas pretensões para o ano de 2013.

  • Aguentar mais um ano no meu emprego;
  • Não ser antissocial e fazer mais amigos;
  • Juntar dinheiro pra faculdade;
  • Terminar de ler os 14 livros que estão na fila de espera á 2 anos aproximadamente;
  • Mudar de casa;
  • Beber menos, me divertir mais;
  • Continuar com meus projetos musicais;

Bom, olhando essa lista chego a conclusão que já tive mais sonhos e já fui muito mais gananciosa que hoje em dia.

03 dezembro, 2012

O que se leva da vida?




A muito tempo venho pensando nesta frase: “O que se leva da vida?”
Porque, se pensarmos bem, não se leva nada..
Aos 16 não me lembro nem de quando tinha 2 anos, imagine quando tiver 60 anos?
Além do mais, com o avanço da idade vem as doenças, o esclerosamento da mente, o esquecimento até mesmo da pessoas com quem moramos, esquecemos até de como se veste uma blusa… Que lembranças vão ser essas que vamos levar? É só olhar para nossos avós.
Tantos fatos, acontecimentos, que queremos guardar na memória pela eternidade. Amores, amizades, felicidades…
Então, vamos supor que levamos apenas o modo como vivemos, as atitudes, o bem que fizemos ao próximo. Mas, eles também vão esquecer.
Por mais que doa, ninguém é insubstituível  Do mesmo jeito que um dia paramos de chorar a morte de nossos parentes e tentamos esquecer, depois que nossa vez chegar, faram o mesmo conosco. Por que a vida continua.
E a pergunta continua uma incógnita: O que se leva da vida?

Amor. Já fiz canções sobre ele, poemas, cartas.. Também ja o senti, forte, intenso, vívido. Só o ato de sentir o amor, já nos mudar, quando correspondido então, felicidade.
Amor. Pode ir do fogo mais ardente aos sentimentos mais repugnantes em questão de meses, semanas, dias…
O fim do amor, nos deixa sem sentido, sem saber para onde ir, perdidos..Pois aquela pessoa com a qual voce tinha uma rotina, via e beijava todos os dias, hoje já não te pertence mais…
É como se a outra pesoa, escorre-se por entre os dedos feito água, e voce não pudesse fazer nada para trazer-la de volta.
Pior ainda, se esse amor não for correspondido, rejeitado, platônico. Desamor. Afinal. Por que amar? Se ele é tão profundo e ao mesmo tempo tão superficial à ponto de se desfazer em instantes…
Amor.